Chamaram-lhe, apropriadamente, a “rainha do crime”. Ao longo de meio século, esta pacata inglesa casada com um arqueólogo escreveu 80 romances e livros de contos, além de peças teatrais – uma das quais, A Ratoeira, teve estreia em 1952 e continua a representar-se ininterruptamente desde então em Londres, batendo todos os recordes de longevidade. Os seus livros de temática policial, traduzidos em mais de cem idiomas, só são ultrapassados em vendas pela Bíblia e pelas obras de Shakespeare. Entre os seus romances mais célebres destacam-se Um Crime no Expresso do Oriente e Morte no Nilo, adaptados com êxito ao cinema. A galeria de personagens que criou inclui Hercule Poirot e Jane Marple, que inspiraram séries televisivas também de sucesso.
Era disléxica
O apelido deste pintor espanhol, nascido na Andaluzia, tornou-se quase sinónimo de pintura. Influenciou como poucos as artes plásticas contemporâneas, também no desenho, na escultura e até na cerâmica, que foi cultivando primeiro em Espanha e depois em França, onde se radicou desde a primeira década do século XX até à morte. Entre as suas obras mais memoráveis incluem-se Les Demoiselles d’ Avignon, que em 1907 inaugurou o estilo cubista, alterando a tradicional representação da figura humana nas telas. Célebre é também o painel Guernica, pintado em 1937 contra a intervenção alemã na guerra civil espanhola. Outra obra sua, As Mulheres de Argel (1955), bateu em 2016 o recorde absoluto do preço de um quadro em leilão ao ser vendida por 179,3 milhões de dólares.
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Físico e académico alemão, de origem judaica. Recebeu o Prémio Nobel em 1921 pelos contributos teóricos que deu ao desenvolvimento da física quântica. Mas ficou célebre sobretudo pela sua Teoria da Relatividade Geral, relacionada com a passagem do tempo, a geometria do espaço, o movimento dos corpos em queda livre e a propagação da luz. Em 1933, com o início do domínio nazi na Alemanha, refugiou-se noutros países, acabando por se fixar nos EUA, naturalizando-se norte-americano em 1940. Foi-lhe proposto em 1952 o cargo de Presidente da República de Israel, que recusou. Ficou célebre por muitas frases, entre as quais esta: “Deus não joga aos dados com o universo.”
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Pintor holandês, um dos mais célebres artistas de todos os tempos, fez a transição entre a geração impressionista e os movimentos artísticos que viriam desembocar no cubismo e no surrealismo. Incompreendido no seu tempo, o que o levou a ter sérias crises de depressão, Van Gogh integra hoje a galeria dos imortais da pintura de todos os tempos. Alguns dos seus quadros bateram recordes de vendas em leilões. Por exemplo, o Retrato do Doutor Gachet, seu psiquiatra, foi vendido em 1990 por 82,5 milhões de dólares. Criador compulsivo, assinou mais de dois mil trabalhos artísticos, incluindo cerca de 860 pinturas a óleo – a maioria dos quais nos últimos dois anos de vida.
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Pintor italiano nascido na província de Florença, figura cimeira do Renascimento europeu, com influência para muito além do plano artístico: também foi inventor, pensador, poeta e músico. É considerado, por exemplo, um precursor da aviação e da balística moderna. Entre os seus quadros mais emblemáticos figuram a Mona Lisa (1503-1506), que hoje atrai multidões ao Museu do Louvre, em Paris, onde está exposta. Outra das suas telas que passou a integrar o património iconográfico universal é A Última Ceia (1495-1498), retratando Cristo e os apóstolos – obra reproduzida e plagiada desde então, incontáveis vezes, um pouco por todo o mundo.
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